As quatro garantias
Origem por campo
Ao lado do valor fica de onde ele veio: a fala literal, a página com grau de
confiança, ou o nome de quem confirmou.
Verificação sem julgamento
Depois que o modelo escreve, filtros que não dependem de opinião conferem o
resultado. Citação que não bate com a transcrição é descartada.
Decisão humana prevalece
O que uma pessoa confirma ou edita passa a valer. Uma releitura só avança a data,
nunca sobrescreve.
Regras versionadas
O julgamento segue um playbook identificado e versionado, com suíte de regressão
antes de cada versão ir para produção.
Por que a origem tem que viajar junto
Um campo preenchido por inteligência tem dois estados possíveis e eles são indistinguíveis a olho nu: ele está certo, ou ele é plausível. A diferença só aparece quando você pode conferir. Se a origem não vier junto, o vendedor tem duas opções ruins. Confiar em tudo, e um dia levar para a reunião uma objeção que o cliente nunca fez. Ou desconfiar de tudo, e aí o campo não serve para nada e ele volta a guardar três linhas na cabeça. Com a origem ao lado, existe uma terceira: conferir em dois segundos o que importa. É por isso que a origem não é um detalhe de auditoria guardado num log, e sim parte do campo.O ciclo inteiro, não só a reunião
A reunião gravada é uma entrada, não o eixo. A mesma disciplina vale para o que vem da leitura do site de uma empresa, do que a pesquisa na web trouxe, do que uma pessoa confirmou na tela e do que a conversa de WhatsApp registrou. E o que a Cadeia de Evidência acumula não morre quando o negócio fecha. Quem assume a conta no pós-venda herda critérios de decisão, objeções, riscos, dossiê da empresa e as conversas, sem precisar pedir ao cliente que repita o que ele já contou no processo comercial. Veja Clientes.Onde isso aparece no produto
Nada disso depende de o time preencher formulário. A disciplina está no lado da
plataforma, não no lado de quem vende.