Cada resposta grava uma linha com a organização, quem pediu, a superfície de onde veio,
a camada de modelo usada, o modelo, os tokens de entrada e saída, a duração e as
referências da conversa ou da reunião.As superfícies são quatro: a conversa do assistente, a conversa dentro de uma reunião, a
análise de uma reunião e a geração de insight.
As linhas não têm chave estrangeira de propósito. Uma linha de custo precisa
sobreviver à saída da pessoa da organização, senão o extrato do mês passado muda
quando alguém é desligado.
Administrador e dono veem os totais agregados. É o extrato de uso da camada de
inteligência da sua organização.
Um log serve para depurar. Este registro serve para decidir.Ele é a base de duas coisas. A primeira é a auditoria: qualquer campo estranho na ficha
de um contato é rastreável até a ação, a evidência e a regra. A segunda é a evolução do
que a Aurora pode fazer sozinha: uma ação que é proposta hoje e é aprovada
consistentemente ao longo de meses é candidata a deixar de pedir aprovação, e essa
decisão deve sair de dado, não de impressão.
Antes de criar nota, tarefa ou contato, a Aurora consulta o registro para saber o que já
foi criado naquele contexto. Pedir duas vezes devolve o que já existe em vez de criar de
novo, o que importa especialmente na conversa sobre uma reunião, onde é fácil repetir o
pedido sem perceber.
Hoje a plataforma paga os tokens da camada de inteligência com chaves próprias, e o
consumo por organização fica registrado. A pesquisa na web
segue o mesmo modelo, com o custo vindo do próprio provedor em cada resposta.As consultas a bureau são a exceção: as chaves são da sua
instância e a cobrança é direta com o fornecedor, porque contrato de bureau é nominal.
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