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Duas coisas são gravadas em toda interação com a Aurora, e cada uma responde a uma pergunta diferente: quanto isso custou e o que foi feito.

Consumo

Cada resposta grava uma linha com a organização, quem pediu, a superfície de onde veio, a camada de modelo usada, o modelo, os tokens de entrada e saída, a duração e as referências da conversa ou da reunião. As superfícies são quatro: a conversa do assistente, a conversa dentro de uma reunião, a análise de uma reunião e a geração de insight.
As linhas não têm chave estrangeira de propósito. Uma linha de custo precisa sobreviver à saída da pessoa da organização, senão o extrato do mês passado muda quando alguém é desligado.
Administrador e dono veem os totais agregados. É o extrato de uso da camada de inteligência da sua organização.

Registro de ações

Toda ação que a Aurora executa ou propõe entra num registro próprio, com:
antes e depois
O valor anterior, o valor proposto e o valor final. Não um resumo do que mudou: o conteúdo, para a auditoria não depender de interpretação.
a fonte
A referência que sustenta a ação, como a chamada que a originou ou a reunião de onde veio.
proposta, aprovada, recusada
E, quando houve decisão, quem decidiu e quando.
playbook e prompt
As versões das regras que produziram aquilo. É o que torna um registro de seis meses atrás explicável hoje.

Por que o registro importa mais que o log

Um log serve para depurar. Este registro serve para decidir. Ele é a base de duas coisas. A primeira é a auditoria: qualquer campo estranho na ficha de um contato é rastreável até a ação, a evidência e a regra. A segunda é a evolução do que a Aurora pode fazer sozinha: uma ação que é proposta hoje e é aprovada consistentemente ao longo de meses é candidata a deixar de pedir aprovação, e essa decisão deve sair de dado, não de impressão.

Guarda contra duplicata

Antes de criar nota, tarefa ou contato, a Aurora consulta o registro para saber o que já foi criado naquele contexto. Pedir duas vezes devolve o que já existe em vez de criar de novo, o que importa especialmente na conversa sobre uma reunião, onde é fácil repetir o pedido sem perceber.

Quem paga

Hoje a plataforma paga os tokens da camada de inteligência com chaves próprias, e o consumo por organização fica registrado. A pesquisa na web segue o mesmo modelo, com o custo vindo do próprio provedor em cada resposta. As consultas a bureau são a exceção: as chaves são da sua instância e a cobrança é direta com o fornecedor, porque contrato de bureau é nominal.