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A importação é o caminho de trazer uma base pronta: a exportação do CRM anterior, a lista de um evento, a planilha que o time mantinha à parte.

Como funciona

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Envie o arquivo

Formato .csv. O separador pode ser vírgula ou ponto e vírgula, e a plataforma descobre qual é pela primeira linha. Se a sua planilha está em Excel, exporte como CSV antes.
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Confira o mapeamento

A plataforma lê o cabeçalho e já sugere qual coluna é qual, reconhecendo as variações mais comuns em português e em inglês. Você confere e corrige o que ficou errado antes de qualquer coisa ser gravada.
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Importe

Os contatos são criados na etapa de entrada do funil padrão e atribuídos a você.

O que é reconhecido sozinho

A correspondência é por conteúdo do cabeçalho, não por igualdade exata. Uma coluna chamada “Telefone celular” é reconhecida como telefone.
Nome, email e telefone são obrigatórios. Sem os três mapeados, a importação não começa. Colunas que você não mapear não são gravadas: se a planilha tem uma informação que importa, aponte-a para a observação antes de importar.

Antes de importar

Todo contato importado cai na etapa de entrada. Importar dez mil linhas antes de as etapas estarem certas cria dez mil cartões no lugar errado.
Uma base de prospecção fria com milhares de nomes não é funil. Ela infla os números, esvazia a conversão e faz o quadro deixar de servir para o trabalho do dia. Para esse caso existe Listas.
Elas disparam para cada linha importada. Uma automação que cria tarefa de primeiro contato vai criar uma tarefa por linha, e o time chega na segunda-feira com mil tarefas.
A plataforma não impede duas linhas com o mesmo email. Limpar a planilha antes é mais barato do que separar contatos repetidos depois, dentro do funil.

Depois de importar

Os contatos ficam com quem importou e podem ser repassados na tela de contatos. A origem é ligada ao registro de origem correspondente quando o nome bate com um já cadastrado na organização.