Skip to main content
Um webhook de entrada é uma URL sua, com um token dentro, que cria um contato quando alguém faz um POST nela. É por aí que entram landing page, formulário de site, chatbot, Typeform, automação no Zapier ou no n8n, e o Meta Lead Ads. O token vive no caminho da URL e só autoriza criar contato. Ele não lê nada, não lista nada e não altera o que já existe. Como gerá-lo está em credenciais.

O caminho mais curto

O email é o único campo obrigatório. O resto entra quando vier. A lista completa do que é reconhecido está em campos aceitos, e ela aceita tanto os nomes em inglês quanto os em português, porque o sistema do outro lado raramente deixa escolher. O corpo pode ser JSON, formulário codificado ou multipart, o que permite apontar um formulário HTML direto para a URL sem nenhum código no meio:

O que acontece do lado de cá

O contato entra na primeira etapa do funil e é atribuído a um membro ativo da organização. Se o webhook tem origem padrão, ele nasce marcado com ela, e é isso que permite medir a campanha depois. As automações de contato criado disparam normalmente. A entrada não é idempotente: duas requisições iguais criam dois contatos. Se o seu sistema tem retentativa automática, guarde o leadId da primeira resposta bem-sucedida e não repita.

Verificar antes de culpar a integração

A mesma URL responde a GET com o estado do webhook, sem criar nada:
Se der 404, o problema é o token. Se vier enabled: false, é o interruptor na tela de webhooks. Se vier status: ok, o problema está no corpo que você envia, e a página de erros diz qual.

Typeform e Meta Lead Ads

O webhook tem um tipo, escolhido na criação. O tipo genérico lê o corpo como ele vem e serve para quase tudo. O tipo Typeform entende o formato aninhado que o Typeform envia, que é diferente o bastante para precisar de tratamento próprio. O Meta Lead Ads usa um webhook genérico com o Make no meio, e tem página própria em Meta Lead Ads.