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Um webhook de entrada é uma URL sua, com um token dentro, que cria um contato quando alguém faz um POST nela. É por aí que entram landing page, formulário de site, chatbot, Typeform, automação no Zapier ou no n8n, e o Meta Lead Ads.

O token

48 caracteres hexadecimais
Gerado a partir de 24 bytes aleatórios, único por webhook.
uma organização
O token identifica o webhook e, por ele, a organização. Ele autoriza criar contato: não lê nada, não lista nada e não altera nada do que já existe.
regerável
Pode ser regerado a qualquer momento em Configurações, Integrações, Webhooks. O token anterior para de funcionar na hora.
Um token vazado não expõe a sua base. Expõe você a receber contato falso, que é chato e reversível. Ainda assim, prefira guardá-lo em variável de ambiente e chamar do seu servidor. Onde gerá-lo está em credenciais.

Tipos de webhook

O tipo é escolhido na criação. O genérico lê o corpo como ele vem e serve para quase tudo. O Typeform entende o formato aninhado que o Typeform envia, que é diferente o bastante para precisar de tratamento próprio.

O que acontece do lado de cá

O contato entra na primeira etapa do funil e é atribuído a um membro ativo da organização. Se o webhook tem origem padrão, ele nasce marcado com ela, e é isso que permite medir a campanha depois. As automações de contato criado disparam, conforme o que estiver configurado no app.

Endpoints

Criar contato

POST com o contato no corpo.

Conferir o webhook

GET com o estado, sem criar nada.