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# Aurora

> A camada de julgamento comercial da Flunora. O que ela faz, como ela é limitada e por que ela nunca monta uma consulta ao banco.

<Info>
  Depende da chave `ai`. Cada resposta custa tokens pagos pela plataforma, então a chave
  nasce desligada.
</Info>

Aurora é a camada de julgamento comercial da Flunora. Ela lê o funil, prepara contexto
antes de uma conversa, cria tarefa e nota, move negócio de etapa, monta o dossiê de uma
empresa e, quando convidada para uma reunião, devolve o que foi decidido ali com a fala
que sustenta cada item.

A divisão de trabalho é fixa: **Aurora prepara, você decide.**

## Onde ela aparece

<CardGroup cols={2}>
  <Card title="Início" href="/aurora/assistente">
    A página dedicada. Alterna entre a tela inicial e a conversa, com o histórico num
    trilho ao lado.
  </Card>

  <Card title="Botão Assistente" href="/aurora/assistente">
    No cabeçalho, em qualquer tela. Abre a mesma conversa numa gaveta lateral, para a
    pergunta rápida sem sair de onde você está.
  </Card>

  <Card title="Reunião" href="/aurora/reunioes">
    Na página de uma reunião gravada, com a análise e uma aba para conversar sobre
    aquela call.
  </Card>

  <Card title="Ficha do contato" href="/evidencia/proveniencia">
    Não como conversa, e sim como campos com origem: critérios, objeções,
    concorrentes, riscos.
  </Card>
</CardGroup>

## O desenho em três decisões

<AccordionGroup>
  <Accordion title="Duas camadas de modelo, escolhidas por mensagem">
    Perguntas de leitura de dados e criações diretas vão para a camada rápida.
    Análise e raciocínio em etapas vão para a camada de raciocínio. A classificação é
    feita por mensagem, com uma chamada mínima no modelo barato.

    Quem paga a conta é a plataforma, e essa separação é o que permite a Aurora
    responder "quantos contatos entraram esta semana" sem gastar o preço de uma
    análise de reunião.
  </Accordion>

  <Accordion title="O modelo nunca monta consulta ao banco">
    Aurora só chega aos dados por um conjunto fechado de ferramentas. Cada uma valida a
    entrada, aplica **o mesmo filtro de permissão das telas** e devolve um resultado
    compacto, com teto de vinte registros.

    Um modelo que escrevesse consulta livre poderia ler o que a pessoa não pode ler, e
    poderia trazer dez mil linhas que viram custo e contexto sem virar resposta.
  </Accordion>

  <Accordion title="Tudo o que ela faz fica registrado">
    Criação de nota, tarefa e contato, propostas de mudança e envio de email entram num
    registro de ações com o conteúdo integral, a versão das regras e quem aprovou. O
    consumo de tokens é gravado por resposta. Veja [Consumo e registro](/aurora/consumo).
  </Accordion>
</AccordionGroup>

## O que ela não faz

<Warning>
  Não envia email sozinha. Não grava reunião sem pedido explícito. Não enxerga o que
  quem perguntou não enxergaria na tela. Não escreve num campo que uma pessoa confirmou.
  E não emite probabilidade de fechamento, porque um número desses soa preciso sem ter
  denominador.
</Warning>

Os detalhes de cada recusa estão em [Permissões](/aurora/permissoes).

## O julgamento não é do modelo

O modelo é de fronteira, mas o que conta como critério de decisão, como objeção
respondida ou como negócio qualificado vem de um
[playbook versionado](/evidencia/playbook), com regras identificadas e suíte de
regressão antes de cada versão ir para produção.

É por isso que a mesma evidência produz o mesmo resultado, e é por isso que um campo
estranho na ficha de um contato é rastreável até a regra que o gerou.
